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domingo, 29 de outubro de 2017

"AMOR PASSADO"
AUTOR: LUIZ SANTOS

A garota que eu amava, era tudo perfeito.
Adorava aquele jeito, que da perna esquerda puxava
E também olhava
Para os dois lados de uma só vez.
Desfez, da cor natural dos cabelos
E com silicone enxertou muitas partes do corpo.
Passou a usar um nome suposto. No rosto, modificou a boca,
Os olhos e o nariz.
Corrigiu os seios, encheu o bumbum. Colocou unhas postiças
E fez bronzeado artificial.
Já me falaram que o amor é cego, eu nego.
Controvérsias de opinião.
O amor é inconsciente se diz animal e irracional.
Ela também usava roupas extravagantes o ano inteiro,
Para ela, carnaval não era só fevereiro. Purpurinas,
Serpentinas, confetes enfeitavam seu mundo de periguete.
E nesse perigo vivia contente, olhando sempre pra frente.
A perambular pela estrada da vida, seguida por quem outra vez se apaixonar.
Fiquei eu distante, só eu e meus sentimentos, lembranças de sua alegria me consola,
E me impedi de chorar.
Aprendi, que não se deve lamentar um amor passado e sim, conservar guardado
a felicidade que viveu ao seu lado. No amor não existe defeito, o artificial é um jeito, do jeito de amar.

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

"VIAGEM"

"VIAGEM"
AUTOR: Luiz Santos

A estrada, tão bela na paisagem
Ao longo deslumbra sutil miragem
naquilo que tão rápido passa,
Aos olhos a filmagem do que nada se viu.

Na planície o horizonte, o sol lentamente surge
E entre montanhas se esconde.
Segue o curso o caminho e novas imagens despontam,
Um campo florido se estende às margens, exalando perfume estonteante e singelo que inebria e acalenta alma.
Logo surgem arvoredos gigantescos deixando-nos espremidos na estrada que passava. À frente a curva anunciava a próxima parada, pra poder relaxar, esticar o corpo e descansar.


Seguir em frente, ao destino alcançar e guardar na memória o filme que a estrada nos faz revelar.

domingo, 6 de agosto de 2017

“ESPERAR PRA QUE?
AUTOR: Luiz Santos

Introduzi a champanhe no balde de gelo,
Preparei um jantar em bom aconchego,
Mas você me falou que é melhor esperar.
E me diz:
Comemorar tem que ser na hora certa
Nosso caso está só na conversa
Não devemos nos precipitar.

O meu amor é um fato consumado
Eu fiquei apaixonado
No dia em que te conheci.
Não permitir esse amor ficar largado
Só quero ficar ao teu lado, isto eu já decidi.

Para que? Discutir relação,
Se o meu amor cabe nós dois.
Então vem curtir essa louca paixão
Empurre nossa discussão
Para depois
Amor.

Caprichei na nossa ceia
A luz de vela Incandescer no encantar da lua cheia,
Meu bem, por que?
Desprezar esse momento, fascinante sentimento
Do meu amor por você.

sábado, 15 de julho de 2017

“OS DESENCANTADOS”
AUTOR: Luiz Santos

Orgias eram sós ilusões.
Sozinhos não se fazem paixão.

Desluzidos de tudo
Esperanças perdidas.
Sombria em uma noite infinda
Esquecidos em um canto ao léu.
Nada era tão vago
Como a madrugada fria,
Açoite do vento batia.
Nos rostos daqueles noturnos.
Taciturnos calados seguiam.
Amantes desacreditados
Desencantados então,
Onde moravam sós, com a
Solidão.

quarta-feira, 3 de maio de 2017

"APENAS UMA NOITE"
Autor: Luiz Santos

Viremos a página
Deste capítulo em que fomos bandidos
Não podemos ficar envolvidos
Mesmo fazendo amor com prazer
Tentar esquecer, dessa relação desistir
Uma noite foi apenas momento
Não devemos ser só sentimentos
Do que se queria repetir.

Lembrarmos das nossas vidas pra viver
E que é preciso restabelecer, nossos compromissos
E assim, eu ser igual a você
No desejo de poder reviver, Todo esse feitiço.
Que por tão pouco não nos maculou
Também quase que nos levou
Ao mergulho do abismo.

Embora essa noite
Vai dexar vestígio
Será bem melhor terminar
Antes do início.

segunda-feira, 11 de julho de 2016

“CORPO INDEFESO”
AUTOR: Luiz Santos

Ao perceber o vento tocar
A cortina da minha janela,
Senti o perfume das flores
Invadir meu espaço.
A essência contida nela escondida,
Fez-se vida ao calor do mormaço.
Descobri não estar mais sozinho,
O silêncio rompido ao vento zumbiu.
Por entre as frestas
Os raios de sol penetrante iluminavam
Anunciando o alvorecer.
Naquele instante, meus olhos se abriram
Mas, o forte clarão impediu-me de ver.
Mesmo de posse do meu sentimento
Nunca entendi o momento
Do corpo e da alma se unir.
É como anestesiar pensamento
Na fração do segundo confuso
Acordando sem nada sentir.
O sonho é interrompido, muitas vezes esquecido.
Trazendo de volta o viver.
Assim chego concluído
Que o sono deixa o corpo indefeso,
Do medo temido.
A fé em Deus, protegida
Faz a vida, cada dia,
Renascer.

domingo, 10 de julho de 2016

"LUZ DA ESPERANÇA"

“LUZ DA ESPERANÇA”
AUTOR: Luiz Santos

No auge do meu desespero
Uma luz lá no céu surgiu
Outra vez acendeu a esperança
E assim refiz a confiança
Dessa minha tristeza sorrir.

Todo o meu desapego foi embora
E o desassossego desapareceu.
Outrora era um desatino
Do amor, não havia ensino,
Da criança ao menino,
Minha adolescência cresceu.

Deparei com a porta do inferno aberta
A um passo do meu caminhar.
Na fé sempre há hora certa
Que uma luz possa iluminar.

Eu conto mais uma história
Que o risco da vida nos dá.
Acreditar,
Que Deus é o reino da glória,
Só nele consiste a vitória
Que agora posso conquistar.

Meu sol
Descobri no caminho
Na esperança, reaver confiança.
Uma luz no final do túnel.
Do amor
Vem a minha bonança.

sexta-feira, 25 de março de 2016

"LUZ DA ESPERANÇA"


“LUZ DA ESPERANÇA”
AUTOR: Luiz Santos

No auge do meu desespero
Uma luz lá no céu surgiu
Outra vez acendeu a esperança
E assim refiz a confiança
Dessa minha tristeza sorrir.

Todo o meu desapego foi embora
E o desassossego desapareceu.
Outrora era um desatino
Do amor, não havia ensino,
Da criança ao menino,
Minha adolescência cresceu.

Deparei com a porta do inferno aberta
A um passo do meu caminhar.
Na fé sempre há hora certa
Que uma luz possa iluminar.

Eu conto mais uma história
Que o risco da vida nos dá.
Acreditar,
Que Deus é o reino da glória,
Só nele consiste a vitória
Que agora posso conquistar.

Meu sol
Descobri no caminho
Na esperança, reaver confiança.
Uma luz no final do túnel.
Do amor
Vem a minha bonança.

domingo, 26 de julho de 2015

"MEU ESCRITO"

“MEU ESCRITO”
AUTOR: LUIZ SANTOS

Quero escrever
Essa tal de poesia
E nas minhas entrelinhas
Vou falar do meu amor.
Em forma de verso e prosa,
Ofertar-lhes tantas rosas
Com perfume sedutor.

Meu poema
Será de letras talhadas
E bordadas com rara beleza.
Uma oração tão bem contada,
Por quase nada atingir a perfeição.
Se eu pudesse, eu faria em sonetos,
Com quartetos e tercetos,
Assim declarar meu amor dedicado a você,
Com todo meu sentimento.

Quero apenas lhe mostrar
Que o dito canto popular
Bem pode ficar bonito,
Muito mais além do infinito
Com todo o meu amor
Do meu coração escrito.

domingo, 17 de maio de 2015

“A SEGUNDA CHANCE”
AUTOR: Luiz Santos

Perdoa todos meus desatinos
Era só um menino,
Que desconhecia a pureza do amor.
Adolescente infantil, não viu o teu interior.
O importante pra mim
É que fosse bela, envolver em meus braços.
Erguer o troféu, desfilar na passarela,
Exibir para o mundo o meu favo de mel.

Deixa eu te amar de novo,
Como se fosse outro
Em tua vida.
Esqueça o que fiz de errado
Todos os meus pecados querida.

Descobri com o tempo
Que o amor não tem cor, não tem cara
É beleza rara, que os olhos não vêem.
Pra se ter, é preciso sentir
Merecer, não se pode mentir.
É essência divina
É presente, é partilha,
De o Supremo Poder.


TENHA UM ÓTIMO DOMINGO
LUIZ SANTOS

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

"QUANDO PASSAMOS TODOS OS DIAS DE NOSSA VIDA DISCORDANDO DE TUDO E DE TODOS,
É PORQUE ESTÁ NA HORA DE REVER NOSSOS CONCEITOS".

LUIZ SANTOS

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

“INCOMPATIBILIDADE”
AUTOR: Luiz Santos

Foi melhor terminar, que sofrer o amargor.
Sem limite na dor, desprezou nossos sentimentos
Eu lamento, na verdade nada foi planejado,
Não vamos apontar culpado, nesse caso,
Não há condenado.

Deu errado
A união da nossa parceria
Nem eu e você não sabíamos
Nossos pólos são da mesma energia.

Incompatíveis talvez, infidelidade se fez
Desse amor só migalha paixão
Quanta decepção, inconveniente
Corações delinqüentes, cada qual lado a lado
Como dois paralelos, seguir em frente.
Porque não se faz corrente
Sem saber, unir os elos.

sábado, 26 de julho de 2014

"O SABOR DO TEU BEIJO"

“O SABOR DO TEU BEIJO”
AUTOR: Luiz Santos

O sabor do teu beijo
Ainda não esquecido
Que me deixa dividido do calor adocicado,
Com o tempo passado.
Que de em quando em quando é lembrado,
O que não sonhara com esse mesmo tempo
Ter perdido.
O destino não dominado seguiu
Cada qual para o seu lado partiu.

Mas, ainda me dói a saudade
E novamente me invade,
O fervor daquele amor que entre nós foi vivido.
Muito embora
Alegrias chegaram e muitas até ficaram,
Ao longo da minha existência.
Mesmo assim
Ainda guardo no cantinho do peito
A feliz inocência da nossa adolescência,
Que para nós em nada havia defeito.
Era só o amor que valia
E o amor que se sentia
Somente a nós dois pertencia.
Ah! Que saudade do sabor do teu beijo!

"INESQUECÍVEL AMOR"

“INESQUECÍVEL AMOR”
AUTOR: LUIZ SANTOS

Eu queria
Não sentir mais saudades afastar esse tédio,
Expulsar meu tormento
Não ter mais você em meu pensamento.
Dessa dor que se agrava no passar do tempo.
Eu queria
Não ter mais arrepios quando lhe vejo,
Nem ressentir emoção do calor do seu beijo.
De a sua voz ficar surdo e o seu nome da mente desaparecer.
Eu queria
Livrar-me desse inesquecível amor absurdo,
Que ao tempo venceu e apenas eu foi quem perdeu.

Ainda escravo desse sentimento sofrido
Eu lamento não poder esquecer,
Por que ele tão forte ainda sobrevive
A minha vontade de ser.
Meu coração suplica espaço
E é preciso apagar o passado
Nesse amor que só por mim foi amado.
Só o que me resta
É a esperança de poder merecer.
A sua lembrança é como o castigo que carrego comigo,
Só por que,
Ainda hoje eu amo você.

domingo, 8 de junho de 2014

“VEM”
AUTOR: Luiz Santos


Não, não me deixe sofrer para sempre
Não esqueça que também sou gente
E também tenho sentimentos.
Vem e traga contigo o teu amor,
Tão carente do teu calor
Não suporto mais, esta dor.

Eu fiz de mim um embriagado
Entregue ao sabor da própria sorte
Rejeitado e condenado
A olhar sem lutar
A minha própria morte.
Quando partiste só deixaste a saudade
Que por maldade, impera cruel e soberana
Nos lençóis da nossa cama
Trocou todo perfume,
Em suor, no azedume do bagaço de cana.

Vem para os meus braços agora
Porque não vejo à hora
De findar com todo meu sofrer
Vem e nunca mais vá embora
É que eu também preciso sobreviver.

sexta-feira, 30 de maio de 2014

"AMOR PASSADO"

"AMOR PASSADO"
AUTOR: LUIZ SANTOS

A garota que eu amava, era tudo perfeito.
Adorava aquele jeito, que da perna esquerda puxava
E também olhava
Para os dois lados de uma só vez.
Desfez, da cor natural dos cabelos
E com silicone enxertou muitas partes do corpo.
Passou a usar um nome suposto. No rosto, modificou a boca,
Os olhos e o nariz.
Corrigiu os seios, encheu o bumbum. Colocou unhas postiças
E fez bronzeado artificial.
Já me falaram que o amor é cego, eu nego.
Controvérsias de opinião.
O amor é inconsciente se diz animal e irracional.
Ela também usava roupas extravagantes o ano inteiro,
Para ela, carnaval não era só fevereiro. Purpurinas,
Serpentinas, confetes enfeitavam seu mundo de periguete.
E nesse perigo vivia contente, olhando sempre pra frente.
A perambular pela estrada da vida, seguida por quem outra vez se apaixonar.
Fiquei eu distante, só eu e meus sentimentos, lembranças de sua alegria me consola,
E me impedi de chorar.
Aprendi, que não se deve lamentar um amor passado e sim, conservar guardado
a felicidade que viveu ao seu lado. No amor não existe defeito, o artificial é um jeito, do jeito de amar.

"INCOMPATIBILIDADE"

“INCOMPATIBILIDADE”
AUTOR: Luiz Santos

Foi melhor terminar, que sofrer o amargor.
Sem limite a dor, desprezou nossos sentimentos.
Eu lamento, na verdade nada foi planejado,
Não vamos apontar culpado, nesse caso
Não há condenado.

Deu errado
A união da nossa parceria
Nem eu e você não sabíamos
Nossos pólos são da mesma energia.

Incompatíveis talvez, infidelidade se fez
Desse amor só migalha paixão
Quanta decepção, inconveniente
Corações delinqüentes, cada qual lado a lado
Como dois paralelos, seguir em frente.
Porque não se faz corrente
Sem saber, unir os elos.