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quarta-feira, 26 de agosto de 2009

"CORPO INDEFESO"

“CORPO INDEFESO”
AUTOR: Luiz Santos

Ao perceber o vento tocar
A cortina da minha janela,
Senti o perfume das flores
Invadir meu espaço.
A essência contida nela escondida,
Fez-se vida ao calor do mormaço.
Descobri não estar mais sozinho,
O silêncio rompido ao vento zumbiu.
Por entre as frestas
Os raios de sol penetrante iluminavam
Anunciando o alvorecer.
Naquele instante, meus olhos se abriram
Mas, o forte clarão impediu-me de ver.
Mesmo de posse do meu sentimento
Nunca entendi o momento
Do corpo e da alma se unir.
É como anestesiar pensamento
Na fração do segundo confuso
Acordando sem nada sentir.
O sonho é interrompido, muitas vezes esquecido.
Trazendo de volta o viver.
Assim chego concluído
Que o sono deixa o corpo indefeso,
Do medo temido.
A fé em Deus, protegida
Faz da vida, cada dia,
Renascer.

quarta-feira, 22 de julho de 2009

"LOUCURAS DE AMOR COM VOCÊ"

“LOUCURAS DE AMOR COM VOCÊ”
AUTOR: Luiz Santos

Não percebemos o amanhecer.
A madrugada
Foi de horas incontáveis,
Incalculáveis,
Outra vez amanheceu.
E era outra vez madrugada
No divã esparramada
Você cansada
Não se importava
O amor compensava
As horas não contadas
Que o prazer ofereceu.
Os corpos de suor molhados,
Encostados estendidos.
Do êxtase relaxava
De tudo que havia sentido.

Ingerimos das taças o vinho
Brindamos todos os momentos
Vividos seguidos naquele ninho,
De prazer e paixão.
Do amor sem limite,
Um convite.
Repetir a emoção.
Refazer energia
Numa parte do dia,
À madrugada voltar
Novamente amar
Saciar o desejado delírio
Do sentimento incontido
Imbuído ficar.
Não parar,
E só de amor,
Se alimentar.

terça-feira, 21 de julho de 2009

"ABANDONO DE LAR"

“ABANDONO DE LAR”
AUTOR: Luiz Santos

Coloquei meu coração a toda prova
Quando a saudade
Bateu forte no meu peito,
Recordei de tantas páginas vividas
Do nosso amor quase perfeito.
Qual não fosse
O desalinho do destino,
O desvio do caminho,
Que afastou com todo encanto
O adeus a despedida,
Que fez jorrar todo meu pranto.

Precisei de auto-ajuda
Superar constrangimento,
Foi-se embora sentimento
De uma vida construída que se muda.
Sem guardar ressentimento,
Sigo em frente o desafio.
De um par, estou sozinho.
Ser os dois do nosso ninho.
Dedicar o meu carinho,
O que restou dessa jornada
E nos olhos da criança esperançada,
De ti ficou, só a lembrança,
Ou quase nada.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

"INCONTROLÁVEL DESEJO"

“INCONTROLÁVEL DESEJO”
AUTOR: Luiz Santos

A primeira vez
Nem sempre é o planejado,
A mulher esquece a timidez
Não escolhe hotel Francês
E nem sabe por que ela quer.
Perdida na insensatez
E o tal momento sonhado
Por ela tão imaculado,
Virou ato de um sujeito qualquer.
Por certo não era o preferido
Quer-se ao menos o escolhido,
Na paixão que não tem hora.
E na emoção que deflora,
O prazer do instante libido.
Censurá-la? Não se pode.
É condenar, o que não se domina.
Emoção, explosão na sensação de amar.
E porque não falar no tesão,
Que nela vem de adolescente menina.
O homem, apesar de machão.
Não controla a situação
Pelo cheiro da fêmea atraído.
Envolvido do instante sentido
Perdido no momento tomado
Virou apenas o caso, manipulado como ferramenta.
Sedenta do incontrolável desejo
Aprisiona em um longo beijo,
Aquele gemido contido.
No suor dos corpos entranhados
O resto do mundo esquecido.

quarta-feira, 15 de julho de 2009

"PÁGINAS EM BRANCO"

“PÁGINAS EM BRANCO”
AUTOR: LUIZ SANTOS

Folheando meu caderno da vida,
Descobri algumas páginas em branco.
Tentei lembrar a razão
E até mesmo perguntar-me,
O por quê?
Curioso, desfolhei mais ainda,
Em busca de uma resposta.
Não me decepcionei,
Quando nada encontrei.
Na verdade, achei bem melhor,
Porque sei seria pior,
Se tudo ficasse escrito.
Na vida, nem tudo deve ser relido.
Por isso o tempo apaga,
O que deve ser esquecido.

Pensei no aproveito
Das páginas em branco,
Mas um tranco impediu-me o intento
No momento em que li
Naquelas páginas em branco,
Que o ensinamento da vida,
É o exemplo,
Das páginas em branco vividas.

"PÁGINAS EM BRANCO"

“PÁGINAS EM BRANCO”
AUTOR: LUIZ SANTOS

Folheando meu caderno da vida,
Descobri algumas páginas em branco.
Tentei lembrar a razão
E até mesmo perguntar-me,
O por quê?
Curioso, desfolhei mais ainda,
Em busca de uma resposta.
Não me decepcionei,
Quando nada encontrei.
Na verdade, achei bem melhor,
Porque sei seria pior,
Se tudo ficasse escrito.
Na vida, nem tudo deve ser relido.
Por isso o tempo apaga,
O que deve ser esquecido.

Pensei no aproveito
Das páginas em branco,
Mas um tranco impediu-me o intento
No momento em que li
Naquelas páginas em branco,
Que o ensinamento da vida,
É o exemplo,
Das páginas em branco vividas.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

"AS ESTAÇÕES EO HOMEM"

“AS ESTAÇÕES E O HOMEM”
AUTOR: Luiz Santos

Realça o sol à Primavera, manto de luz, seu esplendor.
Brilha estrela cor de prata, lua clara, céu anil.
A brisa fresca sopra à areia, majestoso litoral.
E os pássaros gorjeiam sutilezas ao vesperal.
Certeza de Verão que se encandeia.
Meus amores, seus amores bronzear.
São as flores, inspirando os poetas, exalantes nos jardins.
Como corre a Primavera, fica o rasto pelo chão
Passa longe a tristeza, valoriza a emoção.
Do suor, terra molhada, chuva forte de Verão,
Alegria esperada, no pulsar dos corações.
Como é bela a Primavera,
Faz sorrisos gargalhar.
Seus encantos estonteiam na depuração do ar.
Na vizinha calorosa, manda flores perfumadas.
Cristalinas águas frescas fazem encachoeiradas.
Outono, Inverno, qual então, tão rejeitadas,
Trabalham forte, para este acontecido.
Mesmo visto esquecido, não se omitem da missão
Realizam com empenho destemido.
Ordem vinda, Acima da questão.
Vida viva, não era minha.
Qual não fosse esse chão, solo fértil equilibrado
Quatro ciclos fonte prima, estações.
Todo humano é senhor, das suas obrigações.
Quem não cumpre, mata o tempo.
Natureza desprovida.
Fere a terra, aquece a água
Na importância mal vivida.
Qual então sabedoria?
Que dissemos possuir, muito pouco exercia,
De um todo existir.
Do futuro não sabemos um segundo,
Que por certo há de vir.

terça-feira, 23 de junho de 2009

'PRESERVAÇÃO DA HUMANIDADE"

“PRESERVAÇÃO DA HUMANIDADE”
AUTOR: Luiz Santos

Descobrir você
Não foi por conta do acaso,
Na vida tudo tem um prazo,
Que já estava previsto.
Nossos destinos
Já tinha um plano traçado
A hora certa era questão de momento.
Ganhamos conhecimentos separados
Preparado para o acontecimento.
Vivemos em mundo diferente
Onde jamais poderíamos imaginar,
Que os nossos passos à frente
Seria o de nos encontrar.
A somar experiências vividas
Por nossas famílias exigidas,
Para a nossa família formar.
Novamente repetir o passado,
Atualizado presente
E assim o futuro gerar.

Como seria, se o amor não existisse?
Nem ao menos, afeto, paixão ou meiguice,
No germinar da procriação?

Talvez um bando selvagem
Indefesos e sem coragem
Ameaçados pela extinção.

quarta-feira, 4 de março de 2009

"SEM FANTASIA"

“SEM FANTASIA”
AUTOR: Luiz Santos

Singela como a luz da vela,
Envolvente como o calor do sol
Mais bela que o arrebol.

Figura na minha mente presente
Atraente ternura na imaginação.
No encanto dessa magia,
Traz a luz que seduz e acaricia.
Aurora da vida que principia,
Suave brandura da minha paixão.
Imagem que em mim irradia
Amor verdadeiro e sem fantasia.

domingo, 21 de dezembro de 2008

"LUZ DA ESPERANÇA"

“LUZ DA ESPERANÇA”
AUTOR: Luiz Santos

No auge do meu desespero
Uma luz lá no céu surgiu
Outra vez acendeu a esperança
E assim refiz a confiança
Dessa minha tristeza sorrir.

Todo o meu desapego foi embora
E o desassossego desapareceu.
Outrora era um desatino
Do amor, não havia ensino,
Da criança ao menino,
Minha adolescência cresceu.

Deparei com a porta do inferno aberta
A um passo do meu caminhar.
Na fé sempre há hora certa
Que uma luz possa iluminar.

Eu conto mais uma história
Que o risco da vida nos dá.
Acreditar,
Que Deus é o reino da glória,
Só nele consiste a vitória
Que agora posso conquistar.

Meu sol
Descobri no caminho
Na esperança, reaver confiança.
Uma luz no final do túnel.
Do amor
Vem a minha bonança.

sábado, 13 de dezembro de 2008

"FEICIDADE"

“FELICIDADE”
AUTOR: Luiz Santos

Passo a passo
Vou seguindo o meu destino
Quantas provas, desafios,
Pela vida já passei.
Muitas difíceis, outras sofridas,
Sei o quanto já penei.

Valeu à pena tudo isso?
Confesso que não sei.

Mas, aprendi
Que experiência,
É um dia de cada vez.
E entendi que felicidade
Não se busca não se faz.
Nela não há escassez
Todos há tem com igualdade.

Não está nela
Da vida qualidade
Nem mesmo as deficiências
Uma potência maior que o poder
Isso por que
Nenhum poder pode comprá-la.
Saber usá-la?
É que faz a diferença.

E como o ditado diz
Quem muito pensa
Não tem tempo
De ser feliz.

domingo, 19 de outubro de 2008

Ah! se eu não tivesse a minha vida pra viver

.....A MINHA VIDA....

Ah! se eu não tivesse
A minha vida pra viver
talvez até pudesse decidir
Quem poderia ser
Opinar opta a razão
Mostrar o que sou
De onde vim para onde vou
Pressenti a emoção
Descobrir o certo do errado
A bondade do pecado
Estar sempre apaixonado
Amar sem distinção
Dar sem pretensão de receber
Aprender
A esquecer o rancor
Poder superar a dor
Dizer a hora do prazer
Dominar o pensamento
Escolher o sentimento
Ah! se eu não tivesse
A minha vida pra viver


NÃO TER AMOR A NADA
É
PENSAR QUE ESTÁ VIVO!!!
POR ISSO
AMO TUDO QUE TENHO!!

LUIZ SANTOS
http://br.youtube.com/watch?v=v5sZU3B7u

terça-feira, 19 de agosto de 2008

"CAMINHADA"

“CAMINHADA”
AUTOR: Luiz Santos

Por um instante
Pairou dúvidas,
Parei pra saber
Por aonde ir.
Perdido? Não estava,
Porém havia incerteza.
Parti sem decidir,
Pondo em jogo a própria sorte.
Propenso mais, do acerto.
Permiti aventurar-me.
Prudente, segui em frente.
Porque percebi a vitória.
Persistência, o que me valeu.
Para o cimo da glória.

Perseverar, é manter-se constante.
Premia a competência,
Previne a vigilância,
Prolifera em nossa mente.
Prodigiosa inteligência abundante.

Por isso, é preciso lutar.
Poder, só depende querer.
Passo à frente,
Posso sempre dar.
Portentosa pretensão de vencer.

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

"MEU PARECER"

“MEU PARECER”
AUTORES: LUIZ SANTOS, ISMAEL CAMILLO E DINO AQUINO

Eu não sou de dar conselhos,
Mas se quer aparecer,
Pinte o assento de vermelho
Para todo mundo ver.

Você fala alto em qualquer ocasião,
Usa roupa extravagante
Só pra chamar atenção.
Se hoje fosse preciso,
Você não vacilaria,
Pendurava no pescoço
Uma enorme melancia.

Eu já evito
De estar sempre ao seu lado,
Tem muita gente, lhe olhando atravessado.
Pare com isso, por que.
Pode arrumar confusão
O bom malandro, não discute opinião.
Tão pouco entra,
Em bola dividida.
Para não,
Só ter razão.
Do outro lado da vida.

Acabou sua guarida.

domingo, 27 de julho de 2008

“MULHER”
AUTOR: LUIZ SANTOS


Comecei a ti ver com carinho,
Quando de mansinho
Começaste a crescer
E sem perceber a transformação,
Do teu corpo escultural.
Sensual silhueta
Revelou teu perfil,
Poderosa divina mulher.

Qual! Altivez soberana,
Que engalana com esplendor
Dominante, através da beleza,
Que a força do homem,
Não arrebatou.
Eis a essência perfeita,
Que da natureza fluiu.
Que encanta atraente sutil.
E emana grandeza
No instante em que pariu.

Mulher gigante
Singela sedução.
Mulher,
Poder amante.
Mulher inspiração,
Mulher Mãe da criação.

sexta-feira, 11 de julho de 2008

“PAZ”
AUTOR: LUIZ SANTOS

Paz,
Palavra mais cobiçada
Do mundo inteiro.
Por isso,
O homem primeiro
Criou a guerra entre si.
Com armas, palavras e gestos.
Desde os primórdios tempos incertos.
Como se estivesse todos dentro
E não fora, do globo terrestre.
Procurando a tangente,
Pra sair.
Como se a força, fosse o único caminho.
Que à tirania, prevalece.

Somos reféns herdeiros
De uma criação ascendente,
Que contaminou nosso chão,
No derramar do sangue ardente.

Gerar, criar, educar;
Formar homens em cidadãos de bem.
É hoje, a nossa missão.
Levar às nossas crianças,
A mensagem de amor ao próximo.
Dizer-lhes que o mundo,
Está em vossas mãos.
E nelas, a paz.
Renasce a esperança.

terça-feira, 8 de julho de 2008

 
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ASSIM SERÁ O NOSSO AMOR

AUTOR:LUIZ SANTOS

Enfim você disse sim
Para mim
Perdi a noção do tempo
O quanto tive que esperar
Deixar o orgulho de lado
E o que precisei de me humilhar
Sem esquecer das promessas
Que fiz
Para lhe conquistar
Dei adeus à tristeza
Agora só quero amar

Amor como do beija-flor
Que leva a vida, beijando na flor.
O néctar com sabor de puro mel
Ou talvez do luar, fazendo brilhar.
O espaço sideral
Com as estrelas lá do céu.

É assim que será o nosso amor
Como o perfume da flor
E o clarão do luar
Eu sei que nunca apagará
E para concretizar
A união da nossa paixão
Peço ao divino Deus
Proteção.
ASSIM SERÁ O NOSSO AMOR

AUTOR:LUIZ SANTOS

Enfim você disse sim
Para mim
Perdi a noção do tempo
O quanto tive que esperar
Deixar o orgulho de lado
E o que precisei de me humilhar
Sem esquecer das promessas
Que fiz
Para lhe conquistar
Dei adeus à tristeza
Agora só quero amar

Amor como do beija-flor
Que leva a vida, beijando na flor.
O néctar com sabor de puro mel
Ou talvez do luar, fazendo brilhar.
O espaço sideral
Com as estrelas lá do céu.

É assim que será o nosso amor
Como o perfume da flor
E o clarão do luar
Eu sei que nunca apagará
E para concretizar
A união da nossa paixão
Peço ao divino Deus
Proteção.



“PASSADO, PRESENTE E FUTURO”.

AUTOR: Luiz Santos

Já tomei a decisão
Tenho que recomeçar
E não lamentar em vão,
Essa minha desilusão.

Levantar a cabeça
E seguir em frente, me curar.
Desse amor doente.
Sei que não sou demente.
Posso me recuperar,
Reconquistar a confiança,
Que achei ter perdido.
E lutar,
Não me dar por vencido.
Antes do decreto final.
Não há caso conhecido.
Sem que o bem não prevaleça, o mal.

Você foi não é mais,
Logo então, é passado.
Nada restou,
Do meu viver ao seu lado.
Agora, o importante é o presente.
O futuro, a Deus pertence.
E nele você, faz-se ausente.