“CATADOR, CONTADOR DE VIDA.”
AUTOR: Luiz Santos
Naquela noite fria, o abrigo da gente nos protegia em nossas intimidades,
O vento lá fora, em nossos ouvidos zumbia
E a frágil parede de madeira do nosso casebre tremia
Com a força daquela tempestade.
Parecia um dilúvio, daqueles que seu manto negro, cobria por todo a nossa cidade.
Trovões ensurdecedores raiavam o céu com lampejos,
Ao mesmo tempo bonitos e assustadores.
Eu a mulher e a filharada, num canto da casa juntinho oravam
E pelas frestas das tábuas da parede olhávamos o que lá fora acontecia. E lá se via.
Nosso carrinho de roda bilha e fundo de uma velha geladeira,
Que de água se enchia e transbordava (como se fosse banheira)
Ele que é o nosso sustento, o alimento da nossa sobrevivência.
Papel, garrafa e latinha eram o que nos mantinha acima da linha de total falência.
Nosso medo era de perder o pouco que se tinha
E a nossa agonia aumentava, ao perceber que ao redor, tudo se alagava.
Já era alta madrugada, quando a chuva parou e a água aos poucos baixou.
Mesmo sendo assustador o temporal daquela noite,
O dia surgiu sorrindo aos primeiros raios de sol. E não houve muitos estragos.
Minha fortuna estava preservada. A família, o casebre e até o carrinho,
Resistiram àqueles momentos amargos.
Pela manhã deparamos com o solo ainda muito encharcado,
O carrinho de rodas de bilhas enterradas na lama.
Sem fazer drama, exclamei! Hoje não vou trabalhar!
Peguei algumas moedas que tinha no fundo do bolso e pedi
Para o filho mais velho, o pão ir buscar.
Enquanto a mulher o café da manhã preparava,
Eu e o restante da criançada, olhando o carrinho de fundo de geladeira,
(que parece banheira) com aquela água que Deus nos mandou e que transbordava.
Duas vezes não deram pra pensar, todos em um só pensamento,
Apenas queria ser o primeiro a chegar e nela mergulhar.
Naquela banheira que virou piscina.
É no passar do tempo que a vida nos ensina, que felicidade não tem preço
E não há dinheiro que pague, por isso, é de graça.
Ao lembrar-me da noite passada, fria e assustadora, lembrei também no ditado que diz: Que depois da tempestade vem sempre a bonança.
E reaviva esperança de um novo dia brilhar, assim como a felicidade que nos olhos da gente se via, que o tempo dedicado ao trabalho impedia no amor da minha família abrigar. Como posso protestar a sorte?
Se Deus me fez forte pra viver o desafio de toda essa experiência?
Sou catador de papel, garrafa e latinha, não de grilhões em ouro, porque meu tesouro
Fez de mim residência e na minha existência, só faço o que o destino me diz.
E hoje, não sou pobre, porque sou feliz.
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domingo, 2 de outubro de 2011
quinta-feira, 14 de julho de 2011
"VOCÊ"
“VOCÊ”
AUTOR: Luiz Santos
Não sei falar de outra coisa
Que não seja você
Que ocupa meu tempo
Todo meu pensamento
E me faz esquecer o meu ser.
Não me trato, ando maltrapilho,
Sem destino, sem almoço, perdi o apetite.
Um trapo.
Estou só no osso.
Uma tosse parece bronquite.
Parei o trabalho.
Não quero compromisso, eu falho.
Não cuido de mim.
Enfim, só penso, só ouço, só vejo você.
Que é meu alimento, o sustento em meu viver.
Parece loucura
Mas, que não quero a cura, só pra não lhe perder.
E para sempre ter no remédio,
A doçura de você.
Nesse amor que não me basta falar,
Tenho que escrever pra imortalizar
Esse meu sentimento.
Porque no papel, o que se declara,
Nele se agarra.
AUTOR: Luiz Santos
Não sei falar de outra coisa
Que não seja você
Que ocupa meu tempo
Todo meu pensamento
E me faz esquecer o meu ser.
Não me trato, ando maltrapilho,
Sem destino, sem almoço, perdi o apetite.
Um trapo.
Estou só no osso.
Uma tosse parece bronquite.
Parei o trabalho.
Não quero compromisso, eu falho.
Não cuido de mim.
Enfim, só penso, só ouço, só vejo você.
Que é meu alimento, o sustento em meu viver.
Parece loucura
Mas, que não quero a cura, só pra não lhe perder.
E para sempre ter no remédio,
A doçura de você.
Nesse amor que não me basta falar,
Tenho que escrever pra imortalizar
Esse meu sentimento.
Porque no papel, o que se declara,
Nele se agarra.
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
"MÃOS"
“MÃOS”
AUTOR: Luiz Santos
Nascido no amor de meus pais, por Deus concebido,
Aprendi a amar muito cedo.
Da delicadeza das flores
Ao peso concentrado das rochas.
Das águas cristalinas, a pureza do ar.
Meus olhos encantado com a natureza
Tudo ao redor a observar.
Admirado com o que encontrei me perguntei. Como conservar?
No passar do tempo cresci
E em tudo vi ser chamado de moderno.
De um simples terno, as roupas extravagantes e escandalosas,
Sempre é estar na moda.
O poeta ainda escreve prosa e trovas em poesias.
Mas os tempos modernos, as mãos muito mais exigiam.
O toque do dedo ao botão,
Movimenta a era digital da tecnologia.
Volto a me perguntar. O que fazer?
Deixar o mundo em seu eixo girar
Na viagem do seu próprio curso? Ou,
Manifestar o desejo de preservar no amor de meus pais,
O que aqui encontrei? Não sei.
Afinal, quando nasci, o homem já era progresso, já era moderno.
Mas sei que vou continuar a amar a natureza,
Admirar a tecnologia, a capacidade do homem
Gerir mais uma nova criação.
Com seus longos dedos, o poder das mãos em criar,
Preservar e amar.
Passar adiante, tudo que me foi ensinado.
Porque na vida o valor do amor,
Sempre é, e sempre será quando partilhado.
Em um simples aperto de mãos,
Amar e ser amado.
AUTOR: Luiz Santos
Nascido no amor de meus pais, por Deus concebido,
Aprendi a amar muito cedo.
Da delicadeza das flores
Ao peso concentrado das rochas.
Das águas cristalinas, a pureza do ar.
Meus olhos encantado com a natureza
Tudo ao redor a observar.
Admirado com o que encontrei me perguntei. Como conservar?
No passar do tempo cresci
E em tudo vi ser chamado de moderno.
De um simples terno, as roupas extravagantes e escandalosas,
Sempre é estar na moda.
O poeta ainda escreve prosa e trovas em poesias.
Mas os tempos modernos, as mãos muito mais exigiam.
O toque do dedo ao botão,
Movimenta a era digital da tecnologia.
Volto a me perguntar. O que fazer?
Deixar o mundo em seu eixo girar
Na viagem do seu próprio curso? Ou,
Manifestar o desejo de preservar no amor de meus pais,
O que aqui encontrei? Não sei.
Afinal, quando nasci, o homem já era progresso, já era moderno.
Mas sei que vou continuar a amar a natureza,
Admirar a tecnologia, a capacidade do homem
Gerir mais uma nova criação.
Com seus longos dedos, o poder das mãos em criar,
Preservar e amar.
Passar adiante, tudo que me foi ensinado.
Porque na vida o valor do amor,
Sempre é, e sempre será quando partilhado.
Em um simples aperto de mãos,
Amar e ser amado.
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
"LOUCURAS SEM VOCÊ"
“LOUCURAS SEM VOCÊ”
AUTOR: Luiz Santos
Achei que nosso amor fosse perene
E caí nos braços da loucura quando descobri o engano,
De insano que me fez profano,
Desacreditei até do divino.
Por quê?... Perguntei.
Se o amor é sublime?
Que me ensine, a viver sem você.
No embargo desse direito, outra vez perguntei.
O que é perfeito?
Se o sentimento não vê.
No pecado do vício assolador, entreguei-me, em busca de uma explicação.
Pereci mais ainda, com a solidão assustadora.
Fui ao chão, maltrapilho à sarjeta.
Devasso, ao fundo do poço mergulhado,
Sem forças para reerguer.
Esquecer, quem sabe? Talvez.
Ou continuar na loucura de viver sem você
E deixar terminar o amor
Que resta em mim
E morrer.
AUTOR: Luiz Santos
Achei que nosso amor fosse perene
E caí nos braços da loucura quando descobri o engano,
De insano que me fez profano,
Desacreditei até do divino.
Por quê?... Perguntei.
Se o amor é sublime?
Que me ensine, a viver sem você.
No embargo desse direito, outra vez perguntei.
O que é perfeito?
Se o sentimento não vê.
No pecado do vício assolador, entreguei-me, em busca de uma explicação.
Pereci mais ainda, com a solidão assustadora.
Fui ao chão, maltrapilho à sarjeta.
Devasso, ao fundo do poço mergulhado,
Sem forças para reerguer.
Esquecer, quem sabe? Talvez.
Ou continuar na loucura de viver sem você
E deixar terminar o amor
Que resta em mim
E morrer.
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
"QUIMERA"
“QUIMERA”
AUTOR: Luiz Santos
Em pleno vôo da minha imaginação
Alcancei as estrelas,
Vi também a lua tão perto e confesso
Na admiração.
Na quimera que se ouvia, em suave canção.
A lua regia com maestria
E fazia as estrelas bailarem,
Dançavam e tocavam com intensa harmonia
A letra que eu escrevia
Num bloco de nuvem em forma algodão.
Senti que é bom flutuar, navegando o espaço
Em qualquer direção.
Escrever poesia sem medo e poder bailar com as letras
Sem peso material no infinito celestial.
No conserto que as estrelas entoavam
Brilhavam o som de metais da melodia.
Harpas e liras acompanhavam
Os violinos vibrarem a bela sinfonia.
Continuei a viagem dessa utopia
Pisando nas nuvens sem deixar pegadas
Nebulosas em aspirais iluminadas
Clareavam ao longo da caminhada
Que de liberdade sentia.
De nada ser, ou fazer de refém
E seguir muito mais além, do infinito além.
AUTOR: Luiz Santos
Em pleno vôo da minha imaginação
Alcancei as estrelas,
Vi também a lua tão perto e confesso
Na admiração.
Na quimera que se ouvia, em suave canção.
A lua regia com maestria
E fazia as estrelas bailarem,
Dançavam e tocavam com intensa harmonia
A letra que eu escrevia
Num bloco de nuvem em forma algodão.
Senti que é bom flutuar, navegando o espaço
Em qualquer direção.
Escrever poesia sem medo e poder bailar com as letras
Sem peso material no infinito celestial.
No conserto que as estrelas entoavam
Brilhavam o som de metais da melodia.
Harpas e liras acompanhavam
Os violinos vibrarem a bela sinfonia.
Continuei a viagem dessa utopia
Pisando nas nuvens sem deixar pegadas
Nebulosas em aspirais iluminadas
Clareavam ao longo da caminhada
Que de liberdade sentia.
De nada ser, ou fazer de refém
E seguir muito mais além, do infinito além.
quinta-feira, 15 de julho de 2010
"MINHA INSPIRAÇÃO É VOCÊ'
“MINHA INSPIRAÇÃO É VOCÊ”
AUTOR: Luiz Santos
Olhando você ganho inspiração
Que faço canção; Poesia.
Fonte de amor e de luz
Magia que encanta e seduz
Perfeita modelo original; Escrita real,
Nada virtual ou imaginário,
Nas letras do meu dicionário.
Caderno e caneta, rabisco e rascunho do próprio punho,
Verdade viva que Deus me deu na vida, a sua presença.
Na fé, da minha crença.
Porque se escrever é um dom
Como seria sem tom, a música?- Desafinada?
A lua?- Não enamorada, as flores? Descoloridas e desperfumadas.
Ou então,
O homem sem a mulher amada.
A poesia por certo seria
Uma grande tolice.
E eu, nada escreveria,
Se você, somente você
Nunca existisse.
AUTOR: Luiz Santos
Olhando você ganho inspiração
Que faço canção; Poesia.
Fonte de amor e de luz
Magia que encanta e seduz
Perfeita modelo original; Escrita real,
Nada virtual ou imaginário,
Nas letras do meu dicionário.
Caderno e caneta, rabisco e rascunho do próprio punho,
Verdade viva que Deus me deu na vida, a sua presença.
Na fé, da minha crença.
Porque se escrever é um dom
Como seria sem tom, a música?- Desafinada?
A lua?- Não enamorada, as flores? Descoloridas e desperfumadas.
Ou então,
O homem sem a mulher amada.
A poesia por certo seria
Uma grande tolice.
E eu, nada escreveria,
Se você, somente você
Nunca existisse.
segunda-feira, 7 de junho de 2010
"SEM VOLTA"
“SEM VOLTA”
AUTOR: Luiz Santos
Ah! Se eu pudesse apagar o passado,
Corrigir o que fiz de errado, hoje teria sossego.
Talvez, até conquistado o teu amor na raiz.
Assim, estaria ao teu lado e seria muito mais feliz.
Trago no peito a dor que atormenta.
Quando a cabeça não pensa
O corpo é quem paga com a consequência.
Inocência? Não é o meu caso.
Também recebi longo prazo, mas não decorei a lição.
Sem perdão, sigo sozinho o caminho, do destino, só restou solidão.
Meu passado não tem como voltar,
Porque também sou do futuro atrelado.
E só me restou à saída,
Guardar o recado ensinado e não mais tropeçar.
Que aqui nessa vida, o que se faz aqui mesmo se paga.
À colheita, o fruto do plantio semeado,
Com suor do espaço conquistado.
Se errar é humano? E o arrependimento tem perdão?
Que Deus me conceda,
Todo mal causado, a esse amor do passado.
AUTOR: Luiz Santos
Ah! Se eu pudesse apagar o passado,
Corrigir o que fiz de errado, hoje teria sossego.
Talvez, até conquistado o teu amor na raiz.
Assim, estaria ao teu lado e seria muito mais feliz.
Trago no peito a dor que atormenta.
Quando a cabeça não pensa
O corpo é quem paga com a consequência.
Inocência? Não é o meu caso.
Também recebi longo prazo, mas não decorei a lição.
Sem perdão, sigo sozinho o caminho, do destino, só restou solidão.
Meu passado não tem como voltar,
Porque também sou do futuro atrelado.
E só me restou à saída,
Guardar o recado ensinado e não mais tropeçar.
Que aqui nessa vida, o que se faz aqui mesmo se paga.
À colheita, o fruto do plantio semeado,
Com suor do espaço conquistado.
Se errar é humano? E o arrependimento tem perdão?
Que Deus me conceda,
Todo mal causado, a esse amor do passado.
quarta-feira, 19 de maio de 2010
"ENVELHECER"
ENVELHECER
AUTOR: Luiz Santos
Sem perceber
Eu vou levando a vida
O que ficou pra traz, emudeceu.
Vi tanta gente que partiram
Sem despedidas, outras,
Simplesmente envelheceram.
E aqui estou eu
Seguindo a minha caminhada,
Por uma estrada, sem saber onde vai dar.
Sabedoria sempre seguir colhendo, tantas quantas encontrarem.
Fardo pesando a cada passo, da experiência contida.
Rabiscam o rasto ao longo da estrada seguida.
Pernas cansadas,
Mesmo assim eu vou em frente.
Meu destino indiferente, sem ter noção de como será,
Não posso parar.
Ultrapassar fronteiras, vencer barreiras, lutar continuamente,
Outra vez reproduzir semente, deixar brotar. Aos novos ensinar o que aprendi,
Sem iludir.
Porque na vida tudo se transforma e renova
E o envelhecer, eu ainda não entendi.
O que será o envelhecer? Será uma dádiva?
Ou será penitência?
Sabedoria de Deus, não deixar.
A passagem de o tempo explicar.
AUTOR: Luiz Santos
Sem perceber
Eu vou levando a vida
O que ficou pra traz, emudeceu.
Vi tanta gente que partiram
Sem despedidas, outras,
Simplesmente envelheceram.
E aqui estou eu
Seguindo a minha caminhada,
Por uma estrada, sem saber onde vai dar.
Sabedoria sempre seguir colhendo, tantas quantas encontrarem.
Fardo pesando a cada passo, da experiência contida.
Rabiscam o rasto ao longo da estrada seguida.
Pernas cansadas,
Mesmo assim eu vou em frente.
Meu destino indiferente, sem ter noção de como será,
Não posso parar.
Ultrapassar fronteiras, vencer barreiras, lutar continuamente,
Outra vez reproduzir semente, deixar brotar. Aos novos ensinar o que aprendi,
Sem iludir.
Porque na vida tudo se transforma e renova
E o envelhecer, eu ainda não entendi.
O que será o envelhecer? Será uma dádiva?
Ou será penitência?
Sabedoria de Deus, não deixar.
A passagem de o tempo explicar.
sexta-feira, 30 de abril de 2010
"A FORÇA DO AMOR"
“A FORÇA DO AMOR”
AUTOR: Luiz Santos
Na doce ternura da tua alma pura,
Eu encontrei a candura da paz,
Que tanto procurava, precisava, para acalmar meu sofrer.
Angustioso martírio, o devassado delírio.
Entornado no meu modo de ser.
Que vivido assim atirado nas noites de orgias,
Padecia arriscado viver.
Qual seria tão conveniente em outro ser encontrar,
Outra parte da minha parte, deleitosa saboreia conquistar.
Não estaria aqui pra contar se o amor não pudesse mudar,
Tortuosos perigos constantes, na divina magia de amar.
Eu seria mais um peregrino viajante do caminho,
Perdido e levado, ao Deus dará.
AUTOR: Luiz Santos
Na doce ternura da tua alma pura,
Eu encontrei a candura da paz,
Que tanto procurava, precisava, para acalmar meu sofrer.
Angustioso martírio, o devassado delírio.
Entornado no meu modo de ser.
Que vivido assim atirado nas noites de orgias,
Padecia arriscado viver.
Qual seria tão conveniente em outro ser encontrar,
Outra parte da minha parte, deleitosa saboreia conquistar.
Não estaria aqui pra contar se o amor não pudesse mudar,
Tortuosos perigos constantes, na divina magia de amar.
Eu seria mais um peregrino viajante do caminho,
Perdido e levado, ao Deus dará.
terça-feira, 13 de abril de 2010
"DOMINADA PELO DESEJO"
“DOMINADA PELO DESEJO”
AUTOR: Luiz Santos
Fiz loucuras
Para ti conquistar
Foi bravura da minha paixão,
Na ambição do desejo
Meu delírio aproveitou o desabrochar
Do ensejo
E roubou-te o beijo da sedução.
E em minhas mãos tu estavas
A boca molhada suplicava,
Que deixasse fugir a razão.
E então outro beijo te dava,
A paixão aumentava
No frenesi excitante.
Nesse instante,
Nossos corpos já ardiam o calor
De fazer amor sem arrependimento.
E aquilo que só eu queria
Agora éramos nós dois que sabiam
O prazer que sentiam,
Daquele insano momento.
Nossos sentimentos se uniram
Entre loucuras, desejos e beijos.
Fundindo entrelaçamentos
Saciando a delícia do feito.
É que, o que não tem jeito
E a persistência estabelece,
A razão perde o efeito,
Só a emoção permanece.
AUTOR: Luiz Santos
Fiz loucuras
Para ti conquistar
Foi bravura da minha paixão,
Na ambição do desejo
Meu delírio aproveitou o desabrochar
Do ensejo
E roubou-te o beijo da sedução.
E em minhas mãos tu estavas
A boca molhada suplicava,
Que deixasse fugir a razão.
E então outro beijo te dava,
A paixão aumentava
No frenesi excitante.
Nesse instante,
Nossos corpos já ardiam o calor
De fazer amor sem arrependimento.
E aquilo que só eu queria
Agora éramos nós dois que sabiam
O prazer que sentiam,
Daquele insano momento.
Nossos sentimentos se uniram
Entre loucuras, desejos e beijos.
Fundindo entrelaçamentos
Saciando a delícia do feito.
É que, o que não tem jeito
E a persistência estabelece,
A razão perde o efeito,
Só a emoção permanece.
quinta-feira, 18 de março de 2010
"FILHOS DE DEUS"
“FILHOS DE DEUS”
AUTOR: LUIZ SANTOS
Hoje eu vivo alegria
Superei a tortura que um dia senti,
Abraço com força meu espaço
E não dou mais um passo que me faça sofrer.
Parei de teimar, por achar,
Não ser só eu o dono da razão.
Abdiquei da questão de sempre querer
O centro das atenções.
Também descobri que humildade, não humilha ninguém.
Não sou mais refém da ambição do poder,
Porque só Deus é quem dá, o que eu merecer.
Aí então encontrei a paz
E não mais senti dor por antecipação.
Entendi que o preconceito é defeito
Que produz guerra sem noção.
Aprendi perdoar, sem olhar,
Quem de mal me causou aflição.
De querer bem, sem ver quem
E aceitar o que não dá pra mudar.
Porque se de Deus somos filhos,
Di certo somos todos irmãos.
AUTOR: LUIZ SANTOS
Hoje eu vivo alegria
Superei a tortura que um dia senti,
Abraço com força meu espaço
E não dou mais um passo que me faça sofrer.
Parei de teimar, por achar,
Não ser só eu o dono da razão.
Abdiquei da questão de sempre querer
O centro das atenções.
Também descobri que humildade, não humilha ninguém.
Não sou mais refém da ambição do poder,
Porque só Deus é quem dá, o que eu merecer.
Aí então encontrei a paz
E não mais senti dor por antecipação.
Entendi que o preconceito é defeito
Que produz guerra sem noção.
Aprendi perdoar, sem olhar,
Quem de mal me causou aflição.
De querer bem, sem ver quem
E aceitar o que não dá pra mudar.
Porque se de Deus somos filhos,
Di certo somos todos irmãos.
segunda-feira, 8 de março de 2010
"SABEDORIA FEMININA"
“SABEDORIA FEMININA”
AUTOR: Luiz Santos
A mulher sabe explorar
A sensualidade feminina,
Seus encantos naturais, à bondade divina.
Fez chamar-se menina, até na maturidade.
Tudo nela é suave,
O modo delicado dos passos,
O veludo da pele macia,
A rigidez dos seios que encanta
E o olhar de malícia em magia.
Em seu rosto esmera a perfeição,
Na delicadeza das mãos que acaricia,
A primazia da mãe que abraça.
Há beleza em toda parte
No teu corpo curvilíneo e silhueta escultural.
Impossível enumerar o que se vê
E só dizer, que ela sabe com ele o que quer conquistar.
A natureza foi sabia,
Quando compensou com muitas qualidades,
Que na fragilidade sentia,
No jeito meigo de ser que nela existia.
Ao invés de lhe dar
Força no corpo e poder das vontades,
Presenteou-lhe,
A sabedoria.
AUTOR: Luiz Santos
A mulher sabe explorar
A sensualidade feminina,
Seus encantos naturais, à bondade divina.
Fez chamar-se menina, até na maturidade.
Tudo nela é suave,
O modo delicado dos passos,
O veludo da pele macia,
A rigidez dos seios que encanta
E o olhar de malícia em magia.
Em seu rosto esmera a perfeição,
Na delicadeza das mãos que acaricia,
A primazia da mãe que abraça.
Há beleza em toda parte
No teu corpo curvilíneo e silhueta escultural.
Impossível enumerar o que se vê
E só dizer, que ela sabe com ele o que quer conquistar.
A natureza foi sabia,
Quando compensou com muitas qualidades,
Que na fragilidade sentia,
No jeito meigo de ser que nela existia.
Ao invés de lhe dar
Força no corpo e poder das vontades,
Presenteou-lhe,
A sabedoria.
terça-feira, 2 de março de 2010
"A SEGUNDA CHANCE"
“A SEGUNDA CHANCE”
AUTOR: Luiz Santos
Perdoa todos meus desatinos
Era só um menino,
Que desconhecia a pureza do amor.
Adolescente infantil, não viu o teu interior.
O importante pra mim
É que fosse bela, envolver em meus braços.
Erguer o troféu, desfilar na passarela,
Exibir para o mundo o meu favo de mel.
Deixa eu te amar de novo,
Como se fosse outro
Em tua vida.
Esqueça o que fiz de errado
Todos os meus pecados querida.
Descobri com o tempo
Que o amor não tem cor, não tem cara
É beleza rara, que os olhos não vêem.
Pra se ter, é preciso sentir
Merecer, não se pode mentir.
É essência divina
É presente, é partilha,
De o Supremo Poder.
AUTOR: Luiz Santos
Perdoa todos meus desatinos
Era só um menino,
Que desconhecia a pureza do amor.
Adolescente infantil, não viu o teu interior.
O importante pra mim
É que fosse bela, envolver em meus braços.
Erguer o troféu, desfilar na passarela,
Exibir para o mundo o meu favo de mel.
Deixa eu te amar de novo,
Como se fosse outro
Em tua vida.
Esqueça o que fiz de errado
Todos os meus pecados querida.
Descobri com o tempo
Que o amor não tem cor, não tem cara
É beleza rara, que os olhos não vêem.
Pra se ter, é preciso sentir
Merecer, não se pode mentir.
É essência divina
É presente, é partilha,
De o Supremo Poder.
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
"INESQUECÍVEL AMOR"
“INESQUECÍVEL AMOR”
AUTOR: LUIZ SANTOS
Eu queria,
Não sentir mais saudades, afastar esse tédio,
Expulsar meu tormento,
Não ter mais você, em meu pensamento.
Dessa dor que se agrava, no passar do tempo.
Eu queria,
Não ter mais arrepios quando lhe vejo,
Reviver emoções do calor do seu beijo.
De a sua voz ficar surdo e o seu nome da mente desaparecer.
Eu queria,
Livrar-me desse inesquecível amor absurdo,
Que ao tempo venceu e apenas eu, quem perdeu.
Ainda escravo desse sentimento sofrido,
Eu lamento não poder esquecer,
Porque ele tão forte sobrevive, a minha vontade de ser.
Meu coração suplica espaço, apagar o passado,
Desse amor, que só por mim foi amado
E a esperança de merecer.
Sua lembrança é como o castigo que carrego comigo,
Só porque ainda hoje,
Eu amo você.
AUTOR: LUIZ SANTOS
Eu queria,
Não sentir mais saudades, afastar esse tédio,
Expulsar meu tormento,
Não ter mais você, em meu pensamento.
Dessa dor que se agrava, no passar do tempo.
Eu queria,
Não ter mais arrepios quando lhe vejo,
Reviver emoções do calor do seu beijo.
De a sua voz ficar surdo e o seu nome da mente desaparecer.
Eu queria,
Livrar-me desse inesquecível amor absurdo,
Que ao tempo venceu e apenas eu, quem perdeu.
Ainda escravo desse sentimento sofrido,
Eu lamento não poder esquecer,
Porque ele tão forte sobrevive, a minha vontade de ser.
Meu coração suplica espaço, apagar o passado,
Desse amor, que só por mim foi amado
E a esperança de merecer.
Sua lembrança é como o castigo que carrego comigo,
Só porque ainda hoje,
Eu amo você.
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
"MORADA DO AMOR"
“MORADA DO AMOR”
AUTOR: Luiz Santos
Passamos a felicidade aos outros
Quando encontramos a paz interior.
Nela reside o espírito,
Branda morada do amor.
E onde plantar o amor
Seja qual for o lugar,
Não há de como evitar
Sempre nascerá uma flor.
A colhê-las, desperta então o carinho.
Que como o ninho, guarda o passarinho.
A tocá-las o cuidado das mãos.
Que todo rude, que não se mude,
Não pode fazê-los então.
Dizem que os brutos também amam.
Mas, isto é fato que não procede,
O amor é dádiva sagrada divina.
Ao tosco não se descreve, se não depurar,
Não há de encontrar.
Porque,
Amar é mais dar, que receber.
Quanto mais partilhar,
Mais felicidade se tem.
É fruto da bondade infinita
E só ela contém.
O amor não mata e nem morre
É presença eterna em nossas vidas.
É da alma e somente ela domina
Por isso, é o sentimento que nunca termina.
AUTOR: Luiz Santos
Passamos a felicidade aos outros
Quando encontramos a paz interior.
Nela reside o espírito,
Branda morada do amor.
E onde plantar o amor
Seja qual for o lugar,
Não há de como evitar
Sempre nascerá uma flor.
A colhê-las, desperta então o carinho.
Que como o ninho, guarda o passarinho.
A tocá-las o cuidado das mãos.
Que todo rude, que não se mude,
Não pode fazê-los então.
Dizem que os brutos também amam.
Mas, isto é fato que não procede,
O amor é dádiva sagrada divina.
Ao tosco não se descreve, se não depurar,
Não há de encontrar.
Porque,
Amar é mais dar, que receber.
Quanto mais partilhar,
Mais felicidade se tem.
É fruto da bondade infinita
E só ela contém.
O amor não mata e nem morre
É presença eterna em nossas vidas.
É da alma e somente ela domina
Por isso, é o sentimento que nunca termina.
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
"A ROSA FLOR"
“A ROSA FLOR”
AUTOR: Luiz Santos
Entre espinhos e galhos tortuosos, impera a rosa protegida.
Dos teus galhos labirintos espalhados,
Teus soldados à espreita destemida, em defesa do cimo onde estás.
Soberana encantadora sutileza que inebria, no perfume estonteante.
Galhardeia elegância primazia
Destaque de beleza no jardim
Entre as flores a mais querida, preferida.
De todos tão relevante.
Símbolo do amor no vermelho carmim
Na mistura do branco, que te fez rosa.
De todas as cores, tão formosa. Que não há quem te venha renegar.
Poderosa, mas caprichosamente delicada.
Tão amada perfeição nossos olhos atraídos admirar
Divina presença de Deus, o toque, a mão.
Idolatrada imperatriz, teu matiz faz o mundo colorir todos os dias.
Que nos dá felicidades alegrias, em nossos corações.
No emaranhado da roseira que fez bela
Ou na tela do pintor, serás sempre incomparável.
Tu és rosa, rosa flor.
AUTOR: Luiz Santos
Entre espinhos e galhos tortuosos, impera a rosa protegida.
Dos teus galhos labirintos espalhados,
Teus soldados à espreita destemida, em defesa do cimo onde estás.
Soberana encantadora sutileza que inebria, no perfume estonteante.
Galhardeia elegância primazia
Destaque de beleza no jardim
Entre as flores a mais querida, preferida.
De todos tão relevante.
Símbolo do amor no vermelho carmim
Na mistura do branco, que te fez rosa.
De todas as cores, tão formosa. Que não há quem te venha renegar.
Poderosa, mas caprichosamente delicada.
Tão amada perfeição nossos olhos atraídos admirar
Divina presença de Deus, o toque, a mão.
Idolatrada imperatriz, teu matiz faz o mundo colorir todos os dias.
Que nos dá felicidades alegrias, em nossos corações.
No emaranhado da roseira que fez bela
Ou na tela do pintor, serás sempre incomparável.
Tu és rosa, rosa flor.
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
"ENCONTREI VOCÊ"
“ENCONTREI VOCÊ”
AUTOR: Luiz Santos
Foi difícil encontrar a estrada, o caminho, até você.
Sem sol, nem a lua ajudava,
As estrelas, poucas delas iluminavam,
A esperança em um novo amanhecer.
O dia ainda que nublado, alguma coisa eu via.
Sabia, não era você.
Jamais desisti, a vida ensinou-me a lutar,
Persistir, não parar, derrubar obstáculos, avançar.
Com o tempo, aprendi esperar, como as pedras que um dia,
Também vi a luz.
A certeza de amar, de o amor encontrar.
A fé, o pedido a Deus me conduz.
Encontrar você gera em mim confiança.
Da tempestade a bonança, nosso amor florescer.
Ser feliz para sempre
E para sempre ao seu lado viver.
E se nunca mais é muito longe?
Nunca mais quero,
De você me perder.
AUTOR: Luiz Santos
Foi difícil encontrar a estrada, o caminho, até você.
Sem sol, nem a lua ajudava,
As estrelas, poucas delas iluminavam,
A esperança em um novo amanhecer.
O dia ainda que nublado, alguma coisa eu via.
Sabia, não era você.
Jamais desisti, a vida ensinou-me a lutar,
Persistir, não parar, derrubar obstáculos, avançar.
Com o tempo, aprendi esperar, como as pedras que um dia,
Também vi a luz.
A certeza de amar, de o amor encontrar.
A fé, o pedido a Deus me conduz.
Encontrar você gera em mim confiança.
Da tempestade a bonança, nosso amor florescer.
Ser feliz para sempre
E para sempre ao seu lado viver.
E se nunca mais é muito longe?
Nunca mais quero,
De você me perder.
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
"CORPO INDEFESO"
“CORPO INDEFESO”
AUTOR: Luiz Santos
Ao perceber o vento tocar
A cortina da minha janela,
Senti o perfume das flores
Invadir meu espaço.
A essência contida nela escondida,
Fez-se vida ao calor do mormaço.
Descobri não estar mais sozinho,
O silêncio rompido ao vento zumbiu.
Por entre as frestas
Os raios de sol penetrante iluminavam
Anunciando o alvorecer.
Naquele instante, meus olhos se abriram
Mas, o forte clarão impediu-me de ver.
Mesmo de posse do meu sentimento
Nunca entendi o momento
Do corpo e da alma se unir.
É como anestesiar pensamento
Na fração do segundo confuso
Acordando sem nada sentir.
O sonho é interrompido, muitas vezes esquecido.
Trazendo de volta o viver.
Assim chego concluído
Que o sono deixa o corpo indefeso,
Do medo temido.
A fé em Deus, protegida
Faz da vida, cada dia,
Renascer.
AUTOR: Luiz Santos
Ao perceber o vento tocar
A cortina da minha janela,
Senti o perfume das flores
Invadir meu espaço.
A essência contida nela escondida,
Fez-se vida ao calor do mormaço.
Descobri não estar mais sozinho,
O silêncio rompido ao vento zumbiu.
Por entre as frestas
Os raios de sol penetrante iluminavam
Anunciando o alvorecer.
Naquele instante, meus olhos se abriram
Mas, o forte clarão impediu-me de ver.
Mesmo de posse do meu sentimento
Nunca entendi o momento
Do corpo e da alma se unir.
É como anestesiar pensamento
Na fração do segundo confuso
Acordando sem nada sentir.
O sonho é interrompido, muitas vezes esquecido.
Trazendo de volta o viver.
Assim chego concluído
Que o sono deixa o corpo indefeso,
Do medo temido.
A fé em Deus, protegida
Faz da vida, cada dia,
Renascer.
quarta-feira, 22 de julho de 2009
"LOUCURAS DE AMOR COM VOCÊ"
“LOUCURAS DE AMOR COM VOCÊ”
AUTOR: Luiz Santos
Não percebemos o amanhecer.
A madrugada
Foi de horas incontáveis,
Incalculáveis,
Outra vez amanheceu.
E era outra vez madrugada
No divã esparramada
Você cansada
Não se importava
O amor compensava
As horas não contadas
Que o prazer ofereceu.
Os corpos de suor molhados,
Encostados estendidos.
Do êxtase relaxava
De tudo que havia sentido.
Ingerimos das taças o vinho
Brindamos todos os momentos
Vividos seguidos naquele ninho,
De prazer e paixão.
Do amor sem limite,
Um convite.
Repetir a emoção.
Refazer energia
Numa parte do dia,
À madrugada voltar
Novamente amar
Saciar o desejado delírio
Do sentimento incontido
Imbuído ficar.
Não parar,
E só de amor,
Se alimentar.
AUTOR: Luiz Santos
Não percebemos o amanhecer.
A madrugada
Foi de horas incontáveis,
Incalculáveis,
Outra vez amanheceu.
E era outra vez madrugada
No divã esparramada
Você cansada
Não se importava
O amor compensava
As horas não contadas
Que o prazer ofereceu.
Os corpos de suor molhados,
Encostados estendidos.
Do êxtase relaxava
De tudo que havia sentido.
Ingerimos das taças o vinho
Brindamos todos os momentos
Vividos seguidos naquele ninho,
De prazer e paixão.
Do amor sem limite,
Um convite.
Repetir a emoção.
Refazer energia
Numa parte do dia,
À madrugada voltar
Novamente amar
Saciar o desejado delírio
Do sentimento incontido
Imbuído ficar.
Não parar,
E só de amor,
Se alimentar.
terça-feira, 21 de julho de 2009
"ABANDONO DE LAR"
“ABANDONO DE LAR”
AUTOR: Luiz Santos
Coloquei meu coração a toda prova
Quando a saudade
Bateu forte no meu peito,
Recordei de tantas páginas vividas
Do nosso amor quase perfeito.
Qual não fosse
O desalinho do destino,
O desvio do caminho,
Que afastou com todo encanto
O adeus a despedida,
Que fez jorrar todo meu pranto.
Precisei de auto-ajuda
Superar constrangimento,
Foi-se embora sentimento
De uma vida construída que se muda.
Sem guardar ressentimento,
Sigo em frente o desafio.
De um par, estou sozinho.
Ser os dois do nosso ninho.
Dedicar o meu carinho,
O que restou dessa jornada
E nos olhos da criança esperançada,
De ti ficou, só a lembrança,
Ou quase nada.
AUTOR: Luiz Santos
Coloquei meu coração a toda prova
Quando a saudade
Bateu forte no meu peito,
Recordei de tantas páginas vividas
Do nosso amor quase perfeito.
Qual não fosse
O desalinho do destino,
O desvio do caminho,
Que afastou com todo encanto
O adeus a despedida,
Que fez jorrar todo meu pranto.
Precisei de auto-ajuda
Superar constrangimento,
Foi-se embora sentimento
De uma vida construída que se muda.
Sem guardar ressentimento,
Sigo em frente o desafio.
De um par, estou sozinho.
Ser os dois do nosso ninho.
Dedicar o meu carinho,
O que restou dessa jornada
E nos olhos da criança esperançada,
De ti ficou, só a lembrança,
Ou quase nada.
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